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As cartas que Gandhi enviou a Hitler

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Foi através do site TecMundo que descobrimos algumas das mais fascinantes cartas que o século XX nos poderia ter trazido. 

Mahatma Gandhi, um dos líderes espirituais mais influentes da história, sente a ameaça do terror da Segunda Guerra Mundial, bem como a importância que Hitler teria no desenrolar da mesma, e envia uma carta meses antes da mesma começar.

No dia 23 de Julho de 1939, eis o que escreve a Adolf Hitler: 

"Caro amigo,
Amigos têm urgido para que eu lhe escreva pelo bem da humanidade. Porém, eu estava a resistir aos pedidos, por sentir que qualquer carta minha seria uma impertinência. Algo me diz que não devo avaliar e que preciso fazer o meu apelo independentemente do valor.
Está bem claro que, hoje, você é a única pessoa no mundo que pode prevenir uma guerra que vai reduzir a humanidade ao estado selvagem. Precisa mesmo pagar esse preço por um objetivo por mais digno que ele lhe possa parecer? Vai ouvir ao apelo de alguém que deliberadamente evitou o método de guerra com um sucesso considerável? De qualquer forma, eu espero o seu perdão se errei ao escerver-lhe". 
Atenciosamente,
Do seu amigo sincero
M.K. Gandhi"



A carta em questão foi interceptada pelo governo britânico e nunca chegou às mãos de Hitler, mas Gandhi haveria de tentar outra vez, um ano depois, quando a guerra já tinha causado mais de 15 mil mortes.


"Caro amigo,
Eu chamar-lhe amigo não é qualquer formalidade. Eu não tenho inimigos. Pelos últimos 33 anos, o meu negócio de vida tem sido aumentar a irmandade dentro de toda a humanidade, tornando os homens amigos, independente de raça, cor ou fé.
Os seus pronunciamentos e escritas... não deixam espaço para dúvidas de que muitos dos teus atos são monstruosos e impróprios com a dignidade humana... Como a Checoslováquia, que humilhou, a Polônia, que estuprou, e a Dinamarca, que engoliu.
Para mim, é inacreditável saber que não compreenda que isso não é monopólio de ninguém. Se não os britânicos, algum outro poder vai melhorar o seu método e vencê-lo com a sua própria arma. Não está a dexar um legado para o seu povo, do qual ele se orgulharia. Ele não pode sentir orgulho de um recital de crueldade que foi habilmente planejado. Portanto, eu faço um apelo para que pare a guerra em nome da humanidade.
Eu sei o que os grilhões britânicos significam para nós e para as raças não europeias no mundo. Mas nós nunca desejámos o fim do mando britânico pelo início do alemão. Nós encontramos a força na não violência que, se organizada, pode sem qualquer dúvida bater de frente com qualquer combinação entre as forças mais violentas no mundo.
Durante esta estação, enquanto os corações dos povos da Europa anseiam por paz... É muito pedir que faça um esforço por isso?".

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